O Brasil vai sediar a Copa do Mundo de Futsal da Fifa, que será disputada em Brasília e no Rio de Janeiro, entre 30 de setembro a 19 de outubro. Gilberto Santos, narrador da TV Futsal, vai acompanhar de perto a estréia da seleção brasileira na competição, na próxima terça-feira (30), no Distrito Federal. Na FPFS (Federação Paulista de Futebol de Salão) há pouco mais de dois anos, o narrador contra ao Futsal na Rede como será feita a cobertura do evento.
Futsal na Rede - Qual é o objetivo de sua viagem? Gilberto Santos - Nossa principal meta é continuar a divulgação da campanha "Futsal! Um Sonho Olímpico", além de representar os sites dos jogadores Falcão e Tiago.
FnR - Como será a cobertura do Mundial?
GS - Será feita por meio de fotos e áudios, os quais serão atualizados algumas vezes ao dia.
Vai ficar até o término da competição?
GS - Não. Porque, como o foco é a campanha, vou entregar kits promocionais às equipes e à imprensa, e este trabalho dura poucos dias.
FnR - Quem vai dar mais trabalho para o Brasil na primeira fase?
GS -A Rússia, pelo que vem apresentando nos últimos torneios. Com destaque para o arqueiro Pavel Stepanov, que sofreu apenas quatro gols em três partidas e foi de suma importância para a classificação da Rússia para a Copa do Mundo.
FnR - Caso a seleção brasileira chegue à final, com quem disputará o tíulo?
GS - Creio que será com a Espanha, pelo que vem apresentando e até mesmo pela rivalidade que se criou ao longo dos anos.
FnR - Há quanto tempo está na FPFS?
GS - Há pouco mais de dois anos.
FnR - Quais outros campeonatos cobriu?
GS - Grand Prix (07/08), Pan (2007) e Copa América (Uruguai - 2008)
FnR - Qual foi o mais marcante?
GS - O Pan, Porque foi a minha primeira experiência em uma competição deste porte, até porque reunia milhares de atletas do continente e conheci muita gente bacana.
FnR - Algum episódio inusitado nessas viagens?
GS - Sim, na Copa América. Quando desembarquei no aeroporto de Montevideo (URU), estava com mais de duzentas camisas promocionais da "campanha", a polícia de imigração confundiu com contra-bando e me reteu por mais de uma hora. Mesmo assim, não consegui levá-las comigo. O ministro dos esportes do Uruguai enviou uma carta à imigração dizendo que as camisas poderiam ser liberadas.
FnR - Que gafe já cometeu nessas viagens?
GS - No Pan, confundi a jogadora Micaela, da seleção brasileira de basquete, com uma torcedora.
FnR - Alguma dificuldade?
GS -A principal dificuldade foi no começo, não conhecia as pessoas e isso me deixava sem jeito.
FnR - O que vai levar para a viagem, além de roupas?
GS - Equipamentos para trabalho e muita expectativa.
FnR - O que lhe fez falta na última viagem?
GS - Roupas de frio. No Uruguai, a temperatura estava cinco graus.
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